segunda-feira, junho 18, 2007

Domingo, 17 de Junho de 2007

Detesto os Domingos. Diz-se que é o primeiro dia da semana, a mim parece-me o último...
Segunda-feira vem já aí, e com ela o exame de Português. Claro, não estudei muito, feita parva penso e espero que algo mais que o óbvio aconteça. É a vida. Ou pelo menos é a minha vida.
Que se pode fazer num Domingo? Ver televisão? Estar com a família? Os Domingos não deviam existir; tornam a vida mais triste.
Prefiro o PC; sem net, mas pronto, a lullaby acompanha esta minha série de jogos FreeCell: dos jogos que joguei, venci 58%. Bué.

Ai.

Ora, eu já não posso com a despersonalização do Pessoa! Nem com o olhar do Caeiro, nem com a ataraxia do Reis (já basta a minha), nem com as fases do Campos (tb bastam as minhas)!!
Eu. Eu sou uma burra.
Gostava de ter uma daquelas cenas para rodar e o tempo voltar para trás (tipo aquilo que deram à Hermione do Harry Potter pq ela tinha mtas disciplinas... xii, pareço uma pita nerda... é triste). Gostava. Tanto para estudar como para aproveitar certas cenas... (cenas = ocasiões)

“That spider man is having me for dinner tonight”...
Orgásmica? Não sei... Mas gira é.

quinta-feira, junho 14, 2007

Noite


Noite escura... Estrelas cintilantes... Dir-se-ia "é uma noite de esperança!"!! Mas não, não para mim... Para ti, talvez. Que nervos, quero descobrir-te, olhar-te por dentro! Tu não queres, tu não deixas... E continua a velha lengalenga... Não ata nem desata, não atará nem destará... E pensam que minto, que finjo, que não sofro!? Cagam para mim. Tu também, não és diferente desta gente... Mas o que sinto por ti... Sim.

Talvez, um dia, passearemos juntos na marina... Ou NÃO.

...


Sinto-me... Indiferente para os outros. Diria invisível, se não fosse TÃO impossível... Ai. Quem me dera ser outra pessoa, quem me dera!
É frustrante ser-se eu. É frustrante ser-se constante mente ignorada, posta de lado, não ser ouvida... Esse tipo de coisas. Se me queixo é indiferente, who cares?
A vida... A vida é um precipício, não é? Cai-se e cai-se, cada vez mais fundo...
Apetece atirar-me de vez...

quarta-feira, junho 13, 2007

...


O meu coração chama por ti, quer-te... Os meus olhos, os meus pensamentos longe, em ti. Porquê? Porque é que a minha vida não pode ser como essas que têm tudo o que quero, tudo o que alguém como eu pode desejar, e que ainda se queixam?
Quem me dera sentir o sabor dos teus lábios, tocar-te na face, enroscar-me em ti, dizer-te frente a frente “não sejas assim” , “podes falar comigo”, “adoro-te”... Tantas coisas que eu gostava que acontecessem e esta é a que de momento me ocorre mais frequentemente. Não consigo estudar.
A única coisa que faço é ir para o PC, ouvir música, escrever, pensar, cabeça na lua. Fala comigo, diz-me qualquer coisa.......

Será que a morte me rodeia?







Pois realmente parece um título muito poético, filosófico, profético, blá blá blá, mas o que sucede é que me sinto triste por estes animais (nas fotos)...
Um ratinho... Pequenino, inocente, desprotegido, inofensivo, dentro duma caixa... Como é que ele lá foi parar não sei, mas lá foi mostrar o ratinho. E pronto, para lixar tudo, veio a minha mãe! Claro, já estão a ver... Matou-o... Primeiro pegou na caixa e, sem mais nem menos, começou a abaná-la freneticamente! Fiquei perplexa... “Isso é tortura”, exclamei eu... E ela “(blá blá ) tenho de o matar senão isto é pior que coelhos” (ou coisa parecida)”, e repetiu! Eu ali, especada, “Mão, não faça isso!”... Levou-o... Acho que o afogou... Que tenha sido rápido. Coitado do ratinho :(

Alguns dias depois, a minha irmã achou um passarinho (infelizmente nem tirei foto)... Tentámos dar-lhe de comer, mas nada... Eu, admito, fui parva, porque desisti logo dele. Ambas estávamos ocupadas, por isso ela pô-lo no telhado, talvez viessem os pais dele buscá-lo... Sei nada sobre pássaros! Bem, o mais provável é ter sido uma coruja a ir buscá-lo... Ai... Se foi, foi rápido. Ora, isto no fim de semana; durante a semana foi a minha mãe que reparou noutro passarinho (este sim, é o das fotos). Eu empenhei-me em tratar dele! Primeiro, relutante, pu-lo na varanda, quem sabe piu pui para aqui, piu piu para ali, os pais viessem. Mas não. Lá foi a Laura tratar do pikeno: moscas, maçã, bolacha maria, pão e água... Na manhã seguinte estava o coitado de pernas para o ar, inerte, morto. :(

Eis-me aqui, então, com esta pergunta: será que a morte me rodeia? Será que o destino, ou seja lá o que for que rege as nossas vidas (sim, porque nem sei se a nossa vida é regida por nós ou não) está a dar-me algum sinal? Não... É paranóia... Certo? BAH

terça-feira, junho 12, 2007

Make me bad / In between days




Esta é uma música perfeita... Quando se junta dois deuses é assim...

segunda-feira, junho 11, 2007

nynphetamine... Cradle of Filth



Querem música mais linda? AAAAiii...

New Shoes - Paolo Nutini





Woke up cold one tuesday,
i'm looking tired and feeling quite sick,
i felt like there was something missing in my day to day life,
so i quickly opened the wardrobe,
pulled out some jeans and a T-Shirt that seemed clean,
topped it off with a pair of old shoes,
that were ripped around the seams,
and i thought these shoes just don't suit me.

CHORUS:
Hey, I put some new shoes on,
and suddenly everything is right,
I said, hey, I put some new shoes on and everybody's smiling,
it so inviting,
Oh, short on money,
but long on time,
slowly strolling in the sweet sunshine,
and i'm running late,
and i dont need an excuse,
'cause i'm wearing my brand new shoes.

Woke up late one thursday,
and i'm seeing stars as i'm rubbing my eyes,
and i felt like there were two days missing,
as i focused all the time,
and i made my way to the kitchen,
but i had to stop from the shock of what i found,
a room full of all my friends dancing round and round,
and i thought hello new shoes,
byebye them blues.

CHORUS

Take me wondering through these streets,
where bright lights and angels meet,
stone to stone they take me on,
im walking to the break of dawn. (x2)

CHORUS (x2)

Take me wondering through these streets


[adoro esta música... deixa-me com um sorriso nos lábios :)]

Nepx


Não sei o que é suposto um amigo fazer, não sei não. Ajudar? Ya, já fiz isso. Agora já não. Para quê? Ajudaram-me? Acho que tenho uma veia vingativa, inconscientemente. Ao crescermos a nossa pirâmide de valores altera-se, não é assim? Caguem prós amigos! Agora é a foda que rula.
Força.

Incomoda


Incomoda não fazeres o mesmo comigo, incomoda porque parece que tu queres, QUERES ignorar-me! Isso magoa... É vergonha, é? Tens vergonha de mim? Sou assim tão indesejável como amiga? Ou será que te incomoda que pensem que sou mais que uma amiga? Não percebo. Mas que sei eu? Agora qualquer coisa me magoa.

08/07/07


Deus, eu que sou, que me considero agnóstica, Deus, não faças os meus olhos derramarem lágrimas, não...
Estou tão confusa! Tão perturbada, abalada, confusa, atónita! Não bastava a família, a escola, que futuro, que amigos? Não?! Tinha de vir o coração, lá se foi a racionalidade. Eu queria esquecer, eu estava a esquecer, mas lá tinha de vir a tão esperada mas não desejada pergunta... E a parva, inútil resposta... Sentimento mútuo, será? Detesto ser assim. Que aflição me deu, que sensação, uma sensação que, julgo, nunca tive.
Porquê? Porquê agora? As incertezas e dúvidas amontoam-se, as responsabilidades, as decisões, as tristezas de uma vida são relembradas, quase choradas... E aqui ninguém me entende! Eu estava bem, ou pelo menos melhor que em muitos dias, e fiquei aflita, com falta de ar, uma sensação de vazio, uma sensação... Indescritível. Eu estava bem. E agora?
Tenho tanto em que pensar, tanto, mas não o quero fazer.
Exames, férias, emprego de Verão ou não... Amigos ou não amigos, abrir-me ou não abrir-me... Tu ou Tu... Eu ou Elas... Que curso, que universidade, para onde, fazer o quê... Do que gosto, do que não gosto, o que quero, o que não quero... A independência e autonomia que nunca terei, afinal.
Suponho que tenha de haver algo mais, alguém, Deus ou deuses, estou a cagar-me para isso, mas tem de haver mais que isto! Tanto e tão aborrecida, a minha vida. Nada parece real.
Dói-me a cabeça. Quero álcool. Ai.

Já não?


Sinto que o vento já não vem a mim... Não me atinge, não me toca, não o sinto. Logo quando mais preciso dele...
É decepcionante regermo-nos pelo Boletim Meteorológico quando tudo é falso. Não está um sol radiante, está um céu nublado, chuviscos vão contra a minha cara, detesto dias assim. Porque nunca é nada como na Meteorologia?
Constipei-me, sinto-me doente, dói-me tanto, tanto a cabeça.
Nestes dias fico em casa, até porque não há ninguém lá fora, ninguém. Nem cá dentro, ou pelo menos é o que gosto de pensar.
Dias tristonhos. O céu diz tudo, mas quem se dá ao trabalho de olhar para o céu...
Chega a noite. Linda lua, que é a luz na noite escura, e as estrelas, as estrelas nem se vêem! Lua! Linda lua! Mas só a vejo pela janela, não estou lá fora, não posso, não quero, não me querem lá fora. À janela ficarei.
Sempre afastada de tudo, eu. Sou atingida sempre por estes climas malucos, fico assim, com a cabeça a chiar, os olhos embaciados... Ninguém me diz “as melhoras!”... Deve ser uma doença contagiosa, a minha, deve ser, só pode ser.
As horas passam, o tempo melhora, eu também. Viva os anticorpos!
Os dias passam, esqueço pelo que passei, apareço lá fora, tudo foi esquecido. Não foi? De vez em quando ainda me dói... A cabeça.


07/06/07

terça-feira, junho 05, 2007

Prós AmiGoS




era bom se fosse mútuo...